11 de out. de 2010

A bioética e o novo paradigma científico


Artigo assinado pelo professor André Filipe Vieira Pereira da Silva.

Nas mais diversas áreas científicas, seja ela sócio-econômica, humana, natural ou exatas, é cada vez mais constante o debate da trans- e inter-disciplinariedade como fundamental para a percepção e o desenvolvimento de um novo paradigma científico. A crescente consciência da inter-relação entre as mais diferentes perspectivas de conhecimento é o que vem fazendo esse novo paradigma científico ser emergente. Essa discussão está cada vez mais em destaque, não por uns poucos autores e nem vem ocorrendo isoladamente em uma dada escola científica, mas a partir de uma consciência coletiva de toda comunidade acadêmica bem como da sociedade geral. Uma das conseqüências dessa discussão é a própria bioética não só pelo que ela representa mas pelo que pode vir a representar.
Ainda discute-se o que vem mesmo a ser bioética e qual suas implicações com as mais variadas ciências. Talvez o prefixo bio venha prejudicando sua aceitação nas ciências que não o possuem, mas o fato é que, por mais que tenha se tentado simplificá-la, restringindo-a apenas à área das ciências da saúde e biológicas, como e também apenas uma forma de fiscalizar pesquisas envolvendo seres humanos, ela vem consolidando seu caráter holístico como proposto inicialmente por Van Rensselaer Potter (1970) em sua obra pioneira (Bioética: uma porta para o futuro).
A bioética vem contribuindo na reorientação paradigmática da ciência, processo esse que vem ocorrendo a décadas. Entretanto, parece que outras tantas décadas ainda serão necessárias para sua consolidação entre as diversas escolas de pensadores e pesquisadores. A submissão de trabalhos científicos a um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) nos mais diversos centros de pesquisa já é um grande avanço que garante o principialismo bioético (autonomia, não-maleficência, beneficência e justiça). Porém, devemos reconhecer que, mesmo para as pesquisas em saúde e biologia, ainda está em consolidação o sistema CEP-CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa). Em verdade percebe-se uma alta reatividade em relação à temática em todas as outras áreas do conhecimento. A discussão acerca da submissão das pesquisas envolvendo seres humanos, deve ser imediatamente implementada, incluindo a discussão da obtenção do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
Na transição paradigmática a qual estamos presenciando, é tempo de se divulgar a bioética tanto no universo científico das ciências da saúde e biológicas, quanto para a sociedade como um todo.


André Filipe Vieira Pereira da Silva é Biomédico, Professor de Hematologia e de Bioética na Faculdade Maurício de Nassau, Mestre em Patologia pela UFPE

18 de set. de 2010

ESQUECIMENTO GLOBAL


Milhares de campanhas já foram feitas para conscientizar as pessoas de que a natureza tem recursos esgotáveis e que, se não cuidarmos dela com respeito, logo vão se acabar. E parece que depois de tanto esforço finalmente os resultados estão começando a aparecer. Muitas pessoas estão trocando alguns de seus hábitos para contribuir com a preservação de nosso planeta. É claro que não podemos dizer que o mundo mudou, que todas as pessoas agora estão conscientizadas e com hábitos totalmente ecológicos. Não! Com certeza isso ainda está muito longe, mas não podemos negar também que uma mudança considerável está acontecendo. Cada vez mais pessoas ao redor do mundo estão começando a separar seus lixos, a apagar as luzes, a economizar água, a utilizar produtos biodegradáveis, isso sem contar os que vão além.

Quem sabe se as coisas continuarem dessa maneira, e cada vez mais pessoas passarem a adquirir esses hábitos, vamos conseguir controlar alguns dos problemas que nos assustam tanto atualmente. Quem não fica alarmado ao ver o que está acontecendo com os ursos polares, que estão perdendo seu habitat natural com o degelo do Ártico? Sem contar os pingüins que enfrentam a mesma situação na Antártida. Quem não se preocupa ao saber que, com a aceleração do derretimento polar, o nível das águas oceânicas vai aumentar e inúmeras cidades litorâneas poderão ficar debaixo d'água? Tudo isso é conseqüência do tão falado e comentado AQUECIMENTO GLOBAL. Se conseguíssemos controlar essa situação, o mundo poderia respirar mais tranqüilamente, não é? Ficaríamos aliviados em saber que nosso MAIOR problema está sendo lidado. Mas, esse realmente é o nosso MAIOR problema? Será que o ser humano não está se esquecendo de algo muito mais importante? Será que o nosso maior problema não seria o ESQUECIMENTO GLOBAL?

Mas aí, você vai me perguntar de que “esquecimento” estou falando, não é? A realidade é que hoje nos preocupamos muito com a fauna, a flora, a camada de ozônio, o meio ambiente em geral, e isso realmente é muito importante, pois sem essas coisas a vida não existiria, mas será que isso é o MAIS importante? O ser humano esqueceu que a MAIOR criação é o próprio homem. Na verdade, a condição da natureza é só um reflexo da condição humana.

Infelizmente a situação do homem, hoje em dia, é muito mais catastrófica do que a da própria natureza. O caráter humano está em degradação profunda. Da mesma maneira como lamentamos a extinção de muitas espécies de animais, também precisamos lamentar a extinção de muitas virtudes humanas. Poderíamos começar a colocar na contra capa dos cadernos escolares, ou nas embalagens de lápis de cor ou até mesmo vender camisetas com escritos "preserve o respeito, uma virtude em extinção" ou "proteja a honestidade" ou até mesmo "salve a lealdade", assim como mencionar tantas outras virtudes que estão quase extintas, como a confiança, a sinceridade, a paciência. Será que precisamos fazer campanhas para conscientizar a humanidade da importância desse assunto?

A bandeira que queremos levantar é a bandeira do AMOR, o relacionamento com outros seres humanos. Sabemos que essa é a essência da vida que o homem esqueceu. Com o passar dos séculos ele foi colocando prioridade em tantas outras coisas que a essência foi perdida. Ele começou mais e mais a se preocupar com o seu próprio mundinho. Preocupado com o seu trabalho, os seus afazeres, a sua casa, a sua comida, o seu lazer, o seu prazer, o seu conforto, a sua comodidade... o seu, seu, seu!!! Tudo para si mesmo! O homem deixou o EGOÍSMO tomar conta de sua vida. Em conseqüência disso veio a GANÂNCIA que sempre exigiu que ele corresse atrás de mais conforto, mais possessões, mais e mais, sempre mais. E as pessoas ao redor findaram em segundo plano, deixando de ser sua prioridade. O homem não dá mais importância para os outros seres humanos que estão à sua volta.

A aliança de casamento, por exemplo, que é a base de qualquer nação, hoje em dia está totalmente frágil. Porque as pessoas estão tão centradas em si mesmas que não são mais capazes de abrir mão de suas próprias opiniões, idéias ou vontade, em prol da união. A maioria dos pais só vê seus filhos no fim de semana, porque eles estão ocupados demais tentando ganhar mais e mais dinheiro para poderem sustentar um luxo exagerado, só para satisfazer as suas próprias ambições egoístas. Quantos de nós não crescemos sem poder nos abrir com nossos pais? A realidade é que com uma vida tão corrida e ocupada, como a de hoje em dia, estamos ficando cada vez mais desumanos. Sabemos nos relacionar muito bem com aparelhos eletrônicos de alta tecnologia dos mais diversos tipos, mas esquecemos como nos relacionar com as outras pessoas.

Por essa razão é que nós, das Doze Tribos, vivemos em comunidade. Porque amamos tanto uns aos outros que não queremos ir para nossas próprias casas, mas queremos permanecer juntos. Não queremos mais colocar prioridade nas coisas erradas. Não queremos mais deixar que o egoísmo reine em nossas vidas. Assim, estamos conseguindo mudar nossos hábitos para proteger não só a natureza, mas as virtudes humanas. Aqui damos muita importância à lealdade, ao respeito, à sinceridade, à honestidade, à confiança e estamos passando todas essas coisas para os nossos filhos também. Prezamos muito as alianças que fazemos, pois sabemos que só assim podemos criar pessoas que vão ter um bom caráter, que não vão ter suas virtudes extintas como o restante da humanidade.

Venha nos conhecer! Venha conhecer Aquele que nos libertou do nosso egoísmo! Vamos vencer o egoísmo que consome o homem, pois só assim haverá esperança para o planeta em que vivemos!!!

Artigo Extraído do Site:
http://www.dozetribos.com.br

15 de jun. de 2010

IGREJA



Igreja é um lugar onde o Pai se sente em casa,

Onde é adorado pelo que é e não pelo que pode,

Onde é obedecido de coração e não por constrangimento,

Onde o seu reino é manifesto no amor, na solidariedade, na fraternidade e serviço ao outro,

Onde o ser humano se perceba em casa e seja a casa de Deus e do outro,

Onde Jesus Cristo é o modelo, o desejo e o caminho,

Onde a graça é o ambiente, o perdão a base do relacionamento e o amor a sua cimentação.

Onde o Espírito Santo está alegre pela liberdade que desfruta para gerar e expressar a Cristo,

Onde Ele vê os seus dons serem usados para edificar, provocar alegria e servir ao próximo,

Onde todos andam abraçados,

Onde a dor de um é a dor de todos,

Onde ninguém está só,

Onde todos têm acesso ao perdão, à cura de suas emoções, à amizade e a ser cada vez mais parecido com Cristo,

Onde os pastores são apenas ovelhas-exemplo e não dominadores dos que lhes foram confiados,

Onde os pastores são vistos como ovelhas-líder e não como funcionários a serem explorados.

Onde não há gente nadando na riqueza enquanto outros chafurdam na miséria,

Onde há equilíbrio, de modo que quem colheu demais não esteja acumulando e quem colheu de menos não esteja passando necessidades.

Enfim, a comunidade do reino de Deus,

Onde aparece a humanidade que a Trindade sonhou,

Onde a cidade encontra paradigmas.

Onde o livro texto é a Bíblia.

EXTRAÍDO: http://ariovaldoramosblog.blogspot.com/

13 de jun. de 2010

O PODER DO EVANGELHO E SUA INFLUÊNCIA

Vivemos um tempo muito perturbador. A fé está escassa e o amor tem se esfriado, vivemos uma época de egoísmo e egocentrismo. “EU” sou a pessoa mais importante do mundo, o mundo gira em torno de mim e tudo que existe, existe para me satisfazer. Muitas vezes este é o pensamento que toma conta de nossas mentes. Inconscientemente pensamos assim, mas o que entristece é que muitas vezes fazemos isso conscientemente.

Até no que é ruim queremos ser melhor do que os outros. É fácil fazer o teste, chegue um dia em seu trabalho e fala que dormiu mal ou que está com dor de cabeça que logo vão aparecer aqueles que dirão que já faz duas noites que não dormem e que a enxaqueca ataca faz mais de uma semana. Isto é egoísmo puro, não nos importamos mais com o nosso próximo, o nosso problema é maior do que o de todos e não nos importamos em ser solidários com a insônia ou com a dor de cabeça de nosso amigo, queremos sim, mostrar que, isso que o aflige é maior em nós do que nele.

Agora uma pergunta que eu faço: se o evangelho é transformador, por que a Igreja está cheia de pessoas assim? Se o evangelho faz a diferença nas pessoas por que as pessoas não são diferentes? O que o evangelho tem feito na vida das pessoas? Parece que o evangelho não constrange mais as pessoas. Parece que o sacrifício de Jesus na cruz não faz mais a diferença na vida das pessoas. Também não se ouve mais falar em sacrifício, em cruz, em pecado, em arrependimento. As igrejas, principalmente as midiáticas, falam de tudo, menos de ARREPENDIMENTO. É dízimo – e algumas igrejas têm falado em 20% - são curas e milagres que deixam dúvida em nossa fé. O que será que realmente tem acontecido.

Se o Brasil é de Jesus, como muitos dizem. Se o Brasil é um dos países mais evangelizados, como se ouve por ai, por que, eu pergunto, por que a violência tem aumentado, por que mais e mais jovens se tornam usuários de drogas, por que a cracolândia, em São Paulo e nas grandes cidades, só aumenta o número de pessoas se drogando? Por que a corrupção não para, num congresso onde muitos são evangélicos? Que influência o Evangelho tem feito nesta sociedade tão drogada?

Creio que está na hora de, nós cristãos, abrirmos os olhos, pararmos de criticar outros credos e outras religiões, nos posicionarmos como cristãos. Não aceitar o que a TV tem nos mostrado. Não aceitar o quanto líderes têm roubado nosso coração, tirando o foco que é Jesus e colocando o foco no dízimo ou nos milagres duvidosos. Se quisermos realmente fazer a diferença temos que mostrar que somos diferentes, por que se, eu enquanto cristão, não fizer a diferença, que diferença faz?

No amor do Eterno

João H. R. Marçal

PARA QUEM QUER SER LIVRE

Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram. João 1.4,5
Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. João 3.19,20
Jesus veio cheio de graça e de verdade. João 1.14
E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. João 8.32
Eu sou a verdade. João 14.6

A verdade nos liberta quando enxergamos o mundo a partir de Jesus de Nazaré, quando damos razão a Ele e aceitamos que a vida é o que Ele descreve e não o que sentimos ou enxergamos a partir de nosso engano essencial. Não sou eu que leio o Evangelho, é ele quem me lê.

Invariavelmente a verdade nos constrange e corrige. Quem não se descobre em falta, não encontrou a verdade. Para quem o inferno é o outro, a verdade é uma ilusão. Por medo de sermos condenados escondemo-nos da luz.

Jesus, porém, traz a Verdade e a Graça. Somente a partir da Graça é que experimentamos a verdade sem sermos destruídos. Vamos à Luz não para sermos condenados, mas para enxergarmos melhor a nós mesmos a fim de recebermos cura. Somente quem traz à luz sua verdade é que pode experimentar a Graça do perdão.

A ordem dos fatores não altera o resultado. Às vezes voluntariamente saímos das trevas em direção à luz, às vezes a vida cuida de acender faróis flagrantes em nossa direção. Às vezes nossa verdade vergonhosa é exposta e descobrimos quem de fato nos ama graciosamente apesar de quem somos. Às vezes somos atingidos pela experiência da Graça que assume para si toda nossa verdade.

©2010 Alexandre Robles
http://www.alexandrerobles.com.br

6 de jun. de 2010

O pouco gospel e o muito cristão


Só uma palavra define a música gospel: mercado


Não entendo música gospel. Pior, não gosto de música gospel. E não gosto porque ela simplesmente não faz sentido, não se explica. Trata-se do único “estilo” musical que independe do estilo musical. Já existe rock gospel, samba gospel, pagode gospel, sertanejo gospel e o escambau gospel. Mas o problema é que a tal música gospel não se define.

Música gospel não se define pela temática. Caso contrário, Gilberto Gil e Renato Russo teriam de ser rotulados de góspeis com suas canções Se eu quiser falar com Deus e Monte Castelo, respectivamente. A primeira é uma ode à oração e a segunda, uma adaptação de I Coríntios 13. Música gospel também não se define pela opção religiosa de seus intérpretes ou compositores. Fosse assim, a arte produzida por Johan Sebastian Bach e por uma certa banda de Dublin teria de ser chamada de gospel.

Música gospel não se define tampouco como música litúrgica. Afinal, faz tempo que ela deixou a igreja para invadir palcos, shows e rádios mundo afora. A música gospel do século 21 possui objetivos muito maiores do que a tradicional função de adoração, louvor e introspecção da música litúrgica – embora, claro, ainda possa eventualmente cumprir esta função.

Mas então, o que define a música gospel? Só consigo pensar em uma palavra: mercado. A definição musical de gospel é antes de tudo mercadológica. Música gospel é aquela feita por evangélicos para evangélicos, de crente para crente, delimitando assim uma área de atuação e ganhando força comercial por meio de uma rotulação excludente. Até aí, tudo bem; qual seria o problema? Bem, o problema é que este tipo de música apenas alimenta e faz crescer o muro que construímos em volta de nosso gueto cristão. Contrariando afrontosamente o chamado de Jesus em Mateus 5.13 – “Vós sois o sal da terra” –, estamos nos fechando cada vez mais em nosso gueto, em nosso mundinho gospel, limitando nosso relacionamento e vivência com o mundo, tanto com seu lado impuro quanto com seu lado neutro ou simplesmente laico. E a tal de música gospel serve muito bem a este isolamento, impedindo que sejamos sal e que testemunhemos.

Os grandes músicos cristãos, verdadeiros missionários, são aqueles que levam a mensagem cristã ao mundo, sem se pré-rotularem de gospel, sem colocar o mercado à frente da mensagem e que, curiosamente, acabam por conquistar o mundo justamente pela sua atitude. E vamos dar nomes a alguns bois. Sou fã da música cristã do Bono Vox e do Lenny Kravitz. O vocalista do U2 dispensa apresentações. Filho de mãe anglicana e pai católico, Bono conviveu com a divisão religiosa desde pequeno em sua própria casa. “Eu lembro de minha mãe levando eu e meu irmão à igreja e meu pai esperando lá fora. Uma das coisas que aprendi com minha mãe e meu pai é que a religião frequentemente prejudica Deus”, já declarou a celebridade irlandesa. Ainda assim, a fé de Bono sobreviveu e ele leva uma vida de acordo com os preceitos do cristianismo.

Mas estamos aqui para falar de música, e este trecho da letra de I still haven’t found what I am looking for é um verdadeiro hino à fé:

Eu acredito no Reino Vindouro

Quando todas as cores sangrarão em uma

Sangrarão em um só

Mas, sim, eu ainda estou correndo

Você quebrou as cadeias

E você soltou as correntes

Carregou a cruz

Da minha vergonha

Oh, minha vergonha

Você sabe que eu acredito

Já Lenny Kravitz eu descobri recentemente, quando tive a chance de assistir um de seus shows. Curti muito e depois do show fui pesquisar a vida deste filho de pai judeu e mãe negra. A primeira surpresa veio quando descobri que ele tem uma tatuagem com os seguintes dizeres: “Meu coração pertence a Jesus Cristo”. Depois, lendo suas entrevistas, soube que ele se converteu aos 13 anos por meio de um amigo e que sentiu fisicamente a presença de Deus no quarto em que estava naquele momento. Recentemente, tem se declarado casto, evitando uma atitude hipócrita em relação aos preceitos cristãos em que acredita. Mas e a música deste multinstrumentista novaiorquino? O que ela tem de cristã? Responda você mesmo depois de conhecer a letra de The ressurrection:

Se você sentisse o que eu posso sentir

Bem, então você saberia que seu amor é real

Se você ouvisse o que eu posso ouvir

Bem, então você saberia que o Rei está próximo

A ressurreição está aqui para ficar

E ele está voltando de novo

Para resgatar suas almas e nos tornar livres

A ressurreição está aqui para dizer

Que ele está voltando de novo

Veja o que ele fez comigo

Agora eu vivo em outro tempo e espaço

Ele andou no caminho da retidão

Para nos proteger da ira de Satanás

Não estamos sozinhos

E estamos indo para casa

Alguma dúvida?

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