MAGNÁLIA DEI
Fascinante transformação!
As maravilhas de Deus. É o que significa Magnalia Dei. É o fascinium tremendum da gloriosa presença restaurada de Deus. É o numinoso fascinante, divino indescritível refletido na face de Jesus Cristo, o Messias prometido de Israel.
Conhecer este Deus é caminhar triunfante pelos vales da historia humana, saltitando de esperança, apesar das lutas e conflitos . A história da humanidade é um cavalgar em túmulos, mas a história de Deus entre os homens é um chamado para à libertação e à vida.
No Salmo 139, lemos sobre o ilimitado poder de Deus, a dimensão infinita e absoluta de Sua Glória. Davi afirma que os pensamentos de Deus excedem a areia do mar. Contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim. Como diz a velha canção do sublime amor: “Maior que o mar, maior que o céu. Jamais alguém compreenderá”.
Encontramos neste Salmo quatro sessões. Compreendê-las enche nosso coração de luz, exorciza a mediocridade da auto-imagem negativa e oportuniza o andar em novidade de vida.
Estas sessões podem ser resumidas assim: 1. MARAVILHOSA PRESENÇA; 2. MARAVILHOSA LUZ; 3. MARAVILHOSO PROPÓSITO; 4. MARAVILHOSA TRANSFORMAÇÃO.
A gloriosa e maravilhosa presença da face de Deus revela-se a nós de maneira surpreendente em Jesus Cristo. Luz, propósito e transformação.
Na sua Luz veremos a luz. Na sua presença há plenitude de alegria. Nele a vida tem sentido, sabor e saber de eterno propósito. Antes da fundação do mundo Ele já nos tinha em seu coração. Tudo isso, como uma bússola aponta numa única direção. É Ele, somente Ele, a fonte de toda transformação efetiva e necessária.
O Salmista compreende essa MARAVILHOSA PRESENÇA, ao perguntar, “para onde eu fugirei de tua face?”. Responde com fascínio e admiração, “tu lá estás”. O lá pode ser longe para mim, mas sempre perto para o Deus que cria espaço. “Cercas-me por trás e por diante, e sobre mim pões a Tua mão”. Tu és o meu lugar espaçoso.
O Salmista celebra com triunfante dança, a MARAVILHOSA LUZ, da numinosa presença. “As trevas e a luz Te são a mesma coisa”. Parece que eu sou cheio de diferenças, de julgamentos, de relativismos. Deus, no entanto, rompe minha mediocridade, cala meus orgulhosos preconceitos, me acha onde estou e como estou, e, apesar de mim e de minhas fraquezas Ele me faz inteiro outra vez.
É nele que o MARAVILHOSO PROPÓSITO manifesta-se como assombro. O Senhor me conheceu quando eu era sem forma. “De maneira assombrosamente maravilhosa me formastes, e minha alma o sabe muito bem”. Minha vida tem sentido, “no seu livro estão escritos todos os meus dias, sem que nenhum deles venha a faltar”.
MARAVILHOSA TRANSFORMAÇÃO, não podia ser diferente. Por isso, “sonda, me… vê se há em mim um caminho mal, e guia-me por um caminho eterno”.
Magnalia Dei. As maravilhas de Deus em Jesus Cristo e no poder do Espírito Santo.
Texto extraído do blog:
http://silasbarbosadias.blogspot.com
Teologia é significante para o verdadeiro novo nascimento dos Cristãos. JESUS CRISTO é o fundamento da verdadeira Teologia.
1 de ago. de 2009
Enfim, temos uma igreja "brasileira"
Recebi um e-mail celebrando uma "conquista" do mundinho gospel. Segundo a notícia, um cantor de renome vai se apresentar na festa do peão de Barretos (e como adora o picadeiro gospel, "a maior festa do peão do Brasil"). Imediatamente li os comentários sobre a notícia e, para minha angustiante certeza, a grande maioria dizia: "que bênção, temos um artista gospel na mídia secular", ou "gospel também é cultura (sic)", ou pior ainda "vamos exaltar o senhor Jesus na maior festa de peão do Brasil". E por aí vai... só não sei pra onde...
Após a leitura dessa nova "conquista" dos "levitas", compreendi uma coisa: enfim, temos uma igreja "brasileira". Aprendemos a assimilar o pior do Brasil. Aprendemos a "tomar posse" daquilo que deprecia o país. Aprendemos a piorar o que já era ruim.
Temos uma igreja dos espertos. Nos bastidores dessa igreja "brasileira" a pilantragem eclesiástica rola solta. O mandamento da atualidade é: "levarás vantagem em tudo". Se você for um empresário, cuidado, vão encomendar profetadas, declarar um crescimento tão avassalador para sua empresa que você vai acabar tendo sérios problemas com a Receita Federal. E a lógica dessas declarações todas é: financie nosso programa na TV.
Temos uma igreja sem Cristo. Na cultura brasileira, Cristo sempre foi visto com reservas. Um Cristo sem respeito, você encontra sua imagem pelas borracharias do páis espremida entre fotos de mulheres nuas. Um Cristo frágil, sempre apresentado amarelo, pálido, morto. Um Cristo sem poder, por isso é que sempre vem acompanhado de anjos, sozinho, é chato. Um Cristo culpado, tanto que o ditado popular chama de tolo aquele que "é pego pra Cristo". A igreja "brasileira" vive um cristianismo sem Cristo. Talvez seja por isso que ela ame tanto o Antigo Testamento. Levita sim, viúva pobre jamais!
Temos uma igreja da guerra. Talvez venha daqui essa mania bélica do mundinho gospel. É tanto poder que precisamos fabricar inimigos. O discurso é sempre o mesmo: "seu inimigo vai ser derrotado", e esse revanchismo teológico acaba por ser a essência de cada culto. O pior é que, o inimigo é todo aquele que ousar discordar! Se você duvidar, pronto, recebe na hora a "marca da
besta": inimigo!
Temos uma igreja apaixonada pelo poder. Ano de eleição vira um pesadelo. E quanto mais a igreja cresce (ou será inchaço?), mais os abutres do poder chegam até ela. Somos cada vez mais uma igreja de Herodes, ao invés de uma igreja de Cristo. Nossos templos faraônicos, nossos rostos nas colunas sociais, nossos desfiles de carros e dólares apenas constatam o quanto amamos o poder de ter, e não o poder de ser. É bom ser rico, óbvio! Mas não é o mandamento maior da nossa fé.
Temos, enfim, uma igreja "brasileira". Entre aspas, porque o brasileiro é muito melhor do que isso. Entre aspas porque esse brasil das sombras (com letra minúscula mesmo), ainda que apelidado de "luz", já se perdeu em sua própria dor. Para ser sincero, esse é um caminho sem volta.
Como escreveu Warren Wiersbe: "O homem falhará desgraçadamente em tudo aquilo que fizer sem Deus, ou pior ainda, terá sucesso".
Até mais...
Alan Brizotti
Texto na íntegra como se encontra no blog:
http://www.alanbrizotti.blogspot.com
Texto na íntegra como se encontra no blog:
http://www.alanbrizotti.blogspot.com
26 de jul. de 2009
ESPIRITUALIDADE
A espiritualidade dos Padres do deserto é um exemplo a ser seguido. A vida monástica é um dom, ou seja, o isolamento para se buscar a Deus não é para qualquer um. Não é um acampamento de final de semana, um "encontro com Deus" é uma vida de doação e devoção.
O livro, "O céu começa em você", nos conta o quanto esses homens, em várias épocas da era cristã, se dedicavam, numa vida de clausura, à busca incessante da presença de Deus. Não eram servos de finais de semana, não buscavam reconhecimento e muito menos eram estrelinhas do cristianismo.
Eram homens que, incondicionalmente, incansalvelmente, buscavam a glória de Deus para a glória de Deus.
Temos muito ainda que aprender sobre espiritualidade, com os pais da igreja, esta, que desde o início da era cristã, é tão verdadeira e tão real.
Os dias agitados de hoje, a era da pós modernidade, família, trabalho, estudos e tantos outros compromissos nos impedem da clausura monástica e de uma busca a Deus de forma tão mística e tão completa, como faziam esse monges.
Mas se talvez ficassemos longe da televisão e de alguns afazeres, que podem ficar para depois, possamos buscar a Deus de uma forma mais intensa e assim começar a ouvir a voz do Pai.
A bíblia nos diz que Jesus, por várias vezes, se retirava para orar sozinho,é com Ele que devemos aprender.
O estilo de vida agitada e conturbada, não nos permite ter uma vida espiritual sadia, como diz Anselm Grün, autor do livro citado, "Uma espiritualidade sadia necessita também de um estilo de vida sadio", e diz também, "Se a vida não vai bem, a pregação também não irá bem e a espiritualidade acaba ficando sem valor".
Que estilo de vida temos levado, para dizermos que buscamos a Deus e somos verdadeiramente cristãos?
A verdadeira espiritualidade deve, através da oração, me levar ao Deus verdadeiro, se não a oração e a espiritualidade se tornam vãs.
Hoje ouvimos muito que não é o tempo que importa e sim a qualidade que temos na presença de Deus, usamos isso como desculpa ou muletas, para termos 10 ou 15 minutos de oração e acharmos que foi o suficiente, voltamos às novelas, ao futebol ou bigbrothers da vida.
Pensemos nisso e dediquemos mais de nossa vida ao nosso Deus que deu a vida de Seu Filho por dedicação a nós.
João Marçal
Teólogo
8 de jul. de 2009
A MORTE DE UM ÍDOLO E O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA
Fl 2:3 Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
Michael Jackson morreu, um evento de proporção mundial. Talvez nem mesmo algumas tragédias tiveram uma cobertura mundial, tão completa, como a morte deste “ídolo”. Um legado de fãs, espalhados pelo planeta, homenagearam o pop-star. Por mais admiração que as pessoas podiam ter por ele, sua morte ocorreu solitária. As pessoas que estavam com ele eram seus empregados e o médico, pessoas essas que eram pagas para estarem lá, e isso não é indício de que ele era amado por eles.
Não deve existir nada pior, no mundo, do que morrer só. Elvis Presley (encontrado na banheira, sozinho, por sua namorada, ele tinha 47 anos), Elis Regina (encontrada no quarto de seu apartamento, trancada, sozinha, tinha apenas 36 anos), tantos “ídolos” que deixaram o dom mais preciso que é a vida de forma trágica e tão precoce.
Enquanto muitos no mundo querem ser admirados como um deus, o próprio Deus se faz homem para unir a humanidade. Em uma morte tão dolorida e tão sofrida. Se Jesus, viesse nos dias de hoje, será que sua morte repercutiria tanto? O próprio Cristo não foi igual a Deus enquanto estava na terra, sofreu tudo que o ser humano sofre, com uma diferença, não se corrompeu, o único que merece a glória, não quis essa glória.
Fl 2:6-8 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
O homem não nasceu para ter glória, a glória pertence somente a Deus e Ele não divide sua glória com ninguém. Lúcifer, o anjo de luz, quis ter mais glória que Deus e foi expulso do céu, pois nem mesmo os seres celestiais podem ter a glória que pertence a Deus. Is 14:12 Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha de alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitava as nações.
Não há, na terra, homem que não necessite de Deus. Pena Michael Jackson, Elvis Presley, Elis Regina, e tantos outros, famosos ou não, morrem, sós e provavelmente sem conhecer o Deus da vida.
Isso deve nos servir de exemplo, despertar a nossa consciência de que a morte é real e que todos vamos passar por ela a diferença deve estar em nossas atitudes, pois só se morre bem quem vive bem na presença de Deus.
Jesus disse em Jo 11:25 Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá, ou seja, até mesmo estando cercado de gente, só se morre bem com Ele. É esse o despertar da consciência, só se morre bem, na verdade, em Cristo.
Enquanto todos esses ídolos que citados morreram sozinhos Jesus morre de braços abertos, derramando até a última gota de sangue, para que você e eu pudéssemos ter vida plena, vida abundante, e isso não significa ter vida abastada financeiramente, ter tudo que queremos, mas significa poder ter um espírito limpo, não corrompido, habitado pelo Espírito de Deus, para fazermos a diferença até mesmo na hora da nossa morte.
João Marçal
Teólogo
Michael Jackson morreu, um evento de proporção mundial. Talvez nem mesmo algumas tragédias tiveram uma cobertura mundial, tão completa, como a morte deste “ídolo”. Um legado de fãs, espalhados pelo planeta, homenagearam o pop-star. Por mais admiração que as pessoas podiam ter por ele, sua morte ocorreu solitária. As pessoas que estavam com ele eram seus empregados e o médico, pessoas essas que eram pagas para estarem lá, e isso não é indício de que ele era amado por eles.
Não deve existir nada pior, no mundo, do que morrer só. Elvis Presley (encontrado na banheira, sozinho, por sua namorada, ele tinha 47 anos), Elis Regina (encontrada no quarto de seu apartamento, trancada, sozinha, tinha apenas 36 anos), tantos “ídolos” que deixaram o dom mais preciso que é a vida de forma trágica e tão precoce.
Enquanto muitos no mundo querem ser admirados como um deus, o próprio Deus se faz homem para unir a humanidade. Em uma morte tão dolorida e tão sofrida. Se Jesus, viesse nos dias de hoje, será que sua morte repercutiria tanto? O próprio Cristo não foi igual a Deus enquanto estava na terra, sofreu tudo que o ser humano sofre, com uma diferença, não se corrompeu, o único que merece a glória, não quis essa glória.
Fl 2:6-8 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
O homem não nasceu para ter glória, a glória pertence somente a Deus e Ele não divide sua glória com ninguém. Lúcifer, o anjo de luz, quis ter mais glória que Deus e foi expulso do céu, pois nem mesmo os seres celestiais podem ter a glória que pertence a Deus. Is 14:12 Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha de alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitava as nações.
Não há, na terra, homem que não necessite de Deus. Pena Michael Jackson, Elvis Presley, Elis Regina, e tantos outros, famosos ou não, morrem, sós e provavelmente sem conhecer o Deus da vida.
Isso deve nos servir de exemplo, despertar a nossa consciência de que a morte é real e que todos vamos passar por ela a diferença deve estar em nossas atitudes, pois só se morre bem quem vive bem na presença de Deus.
Jesus disse em Jo 11:25 Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá, ou seja, até mesmo estando cercado de gente, só se morre bem com Ele. É esse o despertar da consciência, só se morre bem, na verdade, em Cristo.
Enquanto todos esses ídolos que citados morreram sozinhos Jesus morre de braços abertos, derramando até a última gota de sangue, para que você e eu pudéssemos ter vida plena, vida abundante, e isso não significa ter vida abastada financeiramente, ter tudo que queremos, mas significa poder ter um espírito limpo, não corrompido, habitado pelo Espírito de Deus, para fazermos a diferença até mesmo na hora da nossa morte.
João Marçal
Teólogo
27 de jun. de 2009
E QUANDO DEUS FAZ SILÊNCIO?

E QUANDO DEUS FAZ SILÊNCIO?
O alarido da igreja é proporcional ao silêncio de Deus.
Deus faz silêncio...
Nada acontece...
As coisas apenas seguem o curso da mecânica universal.
Deus faz silencio...
Os homens gritam, a igreja vocifera, os políticos denunciam, a mídia pauta ou constrói histórias, os teólogos deprimem-se, os filósofos sentem saudades de Sócrates e Platão, os pastores prometem bênçãos que as estatísticas cumprirão, os profetas tem seu preço, os piedosos gemem, os jovens sentem o engano, os idosos oram pelo que vão deixar com angustias piores do que aquelas que um dia conheceram, e a brisa é feita de vento oriental—aquela que faz o profeta que não se vendeu desejar a morte.
Deus faz silêncio...
Nascem as literaturas apocalípticas, as pseudo-epígrafes, os apócrifos, os messias se candidatam... a apóstolos, bispos e videntes.
Deus faz silêncio... Não se impressiona!
O alarido da igreja é proporcional ao silêncio de Deus.
A igreja tenta substituir Deus, falar em Seu nome, romper o silêncio divino como se o Nome de Deus equivalesse à Sua Voz.
Deus faz silencio...
Ele fala?
Falará!
Quem desejará ouvir?
Deus faz silencio...
Estará em silêncio até que você ouça!
Caio
www.caiofabio.com
25 de jun. de 2009
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