1 de jan. de 2011

Por que estudar Filsofia?

Vejamos, essa pergunta tem uma profundidade filosófica incrível, vamos ver se consigo dar conta!

De forma direta quem faz essa pergunta indiretamente já induziu a uma resposta, ou seja, estuda-se Filosofia para se conhecer a verdade! Eu diria que não é bem o caso. Mesmo porque a Filosofia é a arte de fazer perguntas e não de fornecer respostas. É claro que quanto melhor você faz suas perguntas a correção de sua resposta será, estatisticamente, maior.

Como tenho influência kantiana em minha formação, além,claro da grande influência piagetiana, eu diria que não se estuda filosofia para aprender a filosofia, mas se estuda filosofia para aprender a filosofar. Filosofar é uma atitude e não o acúmulo de conhecimentos. É uma ação diferenciada diante do mundo. Uma ação crítica diante das supostas "verdades" que nos são apresentadas diariamente. Por isso, o porquê estudar filosofia não é, pura e simplesmente, para conhecer a verdade, mas para saber perguntar, diante das "verdades" estabelecidas e, com isso ter uma atitude crítica.

Assim, conhecer a verdade não é o objetivo último da Filosofia, mas sim, preparar pessoas com uma atitude crítica. Pois não se aprende filosofia mas sim a Filosofar!

Tanto é assim, que diante da pertunta que pretende ser resposta a essa, ou seja, "Conhecer a verdade", a primeira coisa que o filósofo faz não é dizer que sim, que se estuda filosofia para se conhecer a verdade, mas devolve a pergunta: "o que é a verdade?". Essa é, talvez, a pergunta mais difícil a ser respondida, buscam resposta a ela a pelo menos 2500 anos, ou seja, a própria Filosofia nasce tentando responder a essa pergunta, várias possibilidades surgiram, mas nenhuma satisfez, pois sempre surge uma nova pergunta que coloca em cheque a resposta vigente.

Quanto ao valor da verdade, ou que ninguém lhe dá o devido valor... o grande problema ai é a absolutização de uma posição, ou seja, a imposição de uma "possibilidade de verdade" que deve ser aceita e seguida por todos indistintamente, mas quem disse que as coisas devem ser assim? Não há uma verdade absoluta, não há padrões absolutos que devem ser seguidos a risca por todos em todo lugar a qualquer tempo. Somos livres, autonomos e racionais e isso nos dá condições de agirmos por nós mesmos. No site http://unir.academia.edu/vicentemarcal tem um testo meu sobre o "Desenvolvimento Moral: Fim último do ser racional", em que, seguindo a argumentação kantiana, traço como nossa racionalidade chega à leis universais de conduta. Acredito que lá temos mais subsídios para entender todo esse processo. Pois o que é universal e necessário é a racionalidade e é ela que nos dá condições de estabelecermos a nós mesmos as leis que vamos seguir e isso é o que chamamos de autonomia!

A questão proposta é extremamente ampla e complexa, mas espero que nessas poucas palavras posso ter lançado luz na busca do esclarecimento!

Extraído do site pessoal do autor:
http://www.vicentemarcal.unir.br/por-que-estudar-filosofia/

O CAMINHO DE LUTERO AO PARAÍSO


Para Martinho Lutero, o triunfo da graça não ocorreu em um jardim, mas em um escritório. E a vitória não ocorreu principalmente sobre a lascívia, mas sobre o temor da ira de Deus. "Se eu pudesse acreditar que Deus não estava irado comigo, pularia de alegria". Ele podia ter falado "soberana alegria". Mas não conseguia acreditar nisso. E, em sua vida, o maior obstáculo não era uma concubina em Milão, na Itália, mas um texto bíblico em Wittenberg, na Alemanha. "Uma única palavra em [Rm 1.17], 'Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho' (...) estava me detendo. Pois eu odiava aquela, palavra, 'a justiça de Deus"'. Ele aprendera que a "justiça de Deus" significava a justiça "com a qual Deus é justo e pune o pecador injusto". ' Isso não concedia nenhum alívio nem era evangelho. Enquanto Agostinho "arrancava [seus] cabelos e batia na testa com [seus] punhos cerrados" em desespero por causa da sua escravidão à paixão sexual, Lutero "se irava com uma consciência aterradora e perturbada... [e] persistentemente golpeava Paulo naquele lugar [em Rm 1.17], querendo entender ardentemente o que o apóstolo queria dizer".

Sua vitória aconteceu em 1518, não como acontecera com Agostinho, com o repentino cantar de uma criança, "Tome e leia", mas pelo estudo inexorável do contexto histórico-gramatical de Romanos 1.17. Esse estudo sagrado provou ser uma ferramenta preciosa da graça. "Finalmente, pela misericórdia de Deus, meditando de dia e de noite, dei atenção ao contexto das palavras, a saber: 'O justo viverá pela fé.' Então comecei a entender que a justiça de Deus é aquela pela qual o justo vive por um dom de Deus, em outras palavras, pela fé. Aqui senti como se tivesse nascido de novo e entrado no paraíso por portões abertos". Foi essa a alegria que transformou o mundo.

Justificação pela fé somente, sem as obras da lei, foi o triunfo da graça na vida de Martinho Lutero. Ele realmente ficou, por assim dizer, de pernas para o ar de alegria, e, juntamente com ele, o mundo inteiro foi revirado. Mas, com o passar dos anos, Lutero se convenceu cada vez mais de que havia algo mais profundo sob essa doutrina e o conflito dela com o aspecto meritório das indulgências e o purgatório. Mas, ao final, o que produziu a defesa mais ardente que Lutero fez da graça onipotente de Deus não foi a venda de indulgências de Johann Tetzel, nem a promoção da idéia do purgatório de Johann Eck. O que provocou Lutero acima de tudo foi a defesa do livre arbítrio feita por Erasmo de Roterdã.

Erasmo foi para Lutero o que Pelágio fora para Agostinho. Martinho Lutero admitiu que Erasmo, mais do que qualquer outro oponente, havia percebido que a impotência do homem diante de Deus, e não a controvérsia sobre as indulgências e o purgatório, era a questão principal da fé cristã. Lutero escreveu seu livro A. escravidão da vontade, publicado em 1525, em resposta ao livro de Erasmo, A. liberdade da vontade. Para Lutero, esse livro que escrevera era o seu "melhor livro teológico e o único digno de ser publicado". E isso porque, no centro da teologia de Lutero, encontrava-se uma dependência completa da liberdade da graça onipotente de Deus para resgatar homens impotentes da escravidão que o livre arbítrio impõe. "O homem, por si só, não tem a capacidade de purificar seu próprio coração e produzir dons divinos, como um verdadeiro arrependimento de pecados, e, ao contrário do artificial, um verdadeiro temor de Deus, verdadeira fé, amor sincero. A exaltação, feita por Erasmo, do arbítrio decaído do homem como livre para superar seus próprios pecados e sua escravidão era, na mente de Lutero, uma confrontação à liberdade da graça de Deus e, portanto, um ataque ao próprio evangelho e, por fim, à glória de Deus. Assim, Lutero demonstrou ser um estudante fiel de Paulo e Agostinho até o fim.

John Pip

EXTRAIDO DO SITE:
http://www.josemarbessa.com/2010/03/o-caminho-de-lutero-ao-paraiso.html

13 de out. de 2010

SUSTENTABILIDADE? O QUE É SUSTENTABILIDADE?


Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?

Segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.

Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”

Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é bem assim. Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.

Assim, as idéias de projetos empresariais que atendam aos parâmetros de sustentabilidade, começaram a multiplicar-se e a espalhar-se por vários lugares antes degradados do planeta. Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses projetos sustentáveis. Da mesma forma, áreas que antes eram consideradas meramente extrativistas e que estavam condenadas ao extermínio por práticas predatórias, hoje tem uma grande chance de se recuperarem após a adoção de projetos de exploração com fundamentos sólidos na sustentabilidade e na viabilidade de uma exploração não predatória dos recursos disponíveis. Da mesma forma, cuidando para que o envolvimento das comunidades viventes nessas regiões seja total e que elas ganhem algo com isso; todos ganham e cuidam para que os projetos atinjam o sucesso esperado.

A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais freqüência aos grandes empreendimentos. Preencher as necessidades humanas de recursos naturais e garantir a continuidade da biodiversidade local; além de manter, ou melhorar, a qualidade de vida das comunidades inclusas na área de extração desses recursos é um desafio permanente que deve ser vencido dia a dia. A seriedade e o acompanhamento das autoridades e entidades ambientais, bem como assegurar instrumentos fiscalizatórios e punitivos eficientes, darão ao conceito de sustentabilidade uma forma e um poder agregador de idéias e formador de opiniões ainda muito maior do que já existe nos dias atuais.

De uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.

Extraído.

11 de out. de 2010

A bioética e o novo paradigma científico


Artigo assinado pelo professor André Filipe Vieira Pereira da Silva.

Nas mais diversas áreas científicas, seja ela sócio-econômica, humana, natural ou exatas, é cada vez mais constante o debate da trans- e inter-disciplinariedade como fundamental para a percepção e o desenvolvimento de um novo paradigma científico. A crescente consciência da inter-relação entre as mais diferentes perspectivas de conhecimento é o que vem fazendo esse novo paradigma científico ser emergente. Essa discussão está cada vez mais em destaque, não por uns poucos autores e nem vem ocorrendo isoladamente em uma dada escola científica, mas a partir de uma consciência coletiva de toda comunidade acadêmica bem como da sociedade geral. Uma das conseqüências dessa discussão é a própria bioética não só pelo que ela representa mas pelo que pode vir a representar.
Ainda discute-se o que vem mesmo a ser bioética e qual suas implicações com as mais variadas ciências. Talvez o prefixo bio venha prejudicando sua aceitação nas ciências que não o possuem, mas o fato é que, por mais que tenha se tentado simplificá-la, restringindo-a apenas à área das ciências da saúde e biológicas, como e também apenas uma forma de fiscalizar pesquisas envolvendo seres humanos, ela vem consolidando seu caráter holístico como proposto inicialmente por Van Rensselaer Potter (1970) em sua obra pioneira (Bioética: uma porta para o futuro).
A bioética vem contribuindo na reorientação paradigmática da ciência, processo esse que vem ocorrendo a décadas. Entretanto, parece que outras tantas décadas ainda serão necessárias para sua consolidação entre as diversas escolas de pensadores e pesquisadores. A submissão de trabalhos científicos a um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) nos mais diversos centros de pesquisa já é um grande avanço que garante o principialismo bioético (autonomia, não-maleficência, beneficência e justiça). Porém, devemos reconhecer que, mesmo para as pesquisas em saúde e biologia, ainda está em consolidação o sistema CEP-CONEP (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa). Em verdade percebe-se uma alta reatividade em relação à temática em todas as outras áreas do conhecimento. A discussão acerca da submissão das pesquisas envolvendo seres humanos, deve ser imediatamente implementada, incluindo a discussão da obtenção do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
Na transição paradigmática a qual estamos presenciando, é tempo de se divulgar a bioética tanto no universo científico das ciências da saúde e biológicas, quanto para a sociedade como um todo.


André Filipe Vieira Pereira da Silva é Biomédico, Professor de Hematologia e de Bioética na Faculdade Maurício de Nassau, Mestre em Patologia pela UFPE

18 de set. de 2010

ESQUECIMENTO GLOBAL


Milhares de campanhas já foram feitas para conscientizar as pessoas de que a natureza tem recursos esgotáveis e que, se não cuidarmos dela com respeito, logo vão se acabar. E parece que depois de tanto esforço finalmente os resultados estão começando a aparecer. Muitas pessoas estão trocando alguns de seus hábitos para contribuir com a preservação de nosso planeta. É claro que não podemos dizer que o mundo mudou, que todas as pessoas agora estão conscientizadas e com hábitos totalmente ecológicos. Não! Com certeza isso ainda está muito longe, mas não podemos negar também que uma mudança considerável está acontecendo. Cada vez mais pessoas ao redor do mundo estão começando a separar seus lixos, a apagar as luzes, a economizar água, a utilizar produtos biodegradáveis, isso sem contar os que vão além.

Quem sabe se as coisas continuarem dessa maneira, e cada vez mais pessoas passarem a adquirir esses hábitos, vamos conseguir controlar alguns dos problemas que nos assustam tanto atualmente. Quem não fica alarmado ao ver o que está acontecendo com os ursos polares, que estão perdendo seu habitat natural com o degelo do Ártico? Sem contar os pingüins que enfrentam a mesma situação na Antártida. Quem não se preocupa ao saber que, com a aceleração do derretimento polar, o nível das águas oceânicas vai aumentar e inúmeras cidades litorâneas poderão ficar debaixo d'água? Tudo isso é conseqüência do tão falado e comentado AQUECIMENTO GLOBAL. Se conseguíssemos controlar essa situação, o mundo poderia respirar mais tranqüilamente, não é? Ficaríamos aliviados em saber que nosso MAIOR problema está sendo lidado. Mas, esse realmente é o nosso MAIOR problema? Será que o ser humano não está se esquecendo de algo muito mais importante? Será que o nosso maior problema não seria o ESQUECIMENTO GLOBAL?

Mas aí, você vai me perguntar de que “esquecimento” estou falando, não é? A realidade é que hoje nos preocupamos muito com a fauna, a flora, a camada de ozônio, o meio ambiente em geral, e isso realmente é muito importante, pois sem essas coisas a vida não existiria, mas será que isso é o MAIS importante? O ser humano esqueceu que a MAIOR criação é o próprio homem. Na verdade, a condição da natureza é só um reflexo da condição humana.

Infelizmente a situação do homem, hoje em dia, é muito mais catastrófica do que a da própria natureza. O caráter humano está em degradação profunda. Da mesma maneira como lamentamos a extinção de muitas espécies de animais, também precisamos lamentar a extinção de muitas virtudes humanas. Poderíamos começar a colocar na contra capa dos cadernos escolares, ou nas embalagens de lápis de cor ou até mesmo vender camisetas com escritos "preserve o respeito, uma virtude em extinção" ou "proteja a honestidade" ou até mesmo "salve a lealdade", assim como mencionar tantas outras virtudes que estão quase extintas, como a confiança, a sinceridade, a paciência. Será que precisamos fazer campanhas para conscientizar a humanidade da importância desse assunto?

A bandeira que queremos levantar é a bandeira do AMOR, o relacionamento com outros seres humanos. Sabemos que essa é a essência da vida que o homem esqueceu. Com o passar dos séculos ele foi colocando prioridade em tantas outras coisas que a essência foi perdida. Ele começou mais e mais a se preocupar com o seu próprio mundinho. Preocupado com o seu trabalho, os seus afazeres, a sua casa, a sua comida, o seu lazer, o seu prazer, o seu conforto, a sua comodidade... o seu, seu, seu!!! Tudo para si mesmo! O homem deixou o EGOÍSMO tomar conta de sua vida. Em conseqüência disso veio a GANÂNCIA que sempre exigiu que ele corresse atrás de mais conforto, mais possessões, mais e mais, sempre mais. E as pessoas ao redor findaram em segundo plano, deixando de ser sua prioridade. O homem não dá mais importância para os outros seres humanos que estão à sua volta.

A aliança de casamento, por exemplo, que é a base de qualquer nação, hoje em dia está totalmente frágil. Porque as pessoas estão tão centradas em si mesmas que não são mais capazes de abrir mão de suas próprias opiniões, idéias ou vontade, em prol da união. A maioria dos pais só vê seus filhos no fim de semana, porque eles estão ocupados demais tentando ganhar mais e mais dinheiro para poderem sustentar um luxo exagerado, só para satisfazer as suas próprias ambições egoístas. Quantos de nós não crescemos sem poder nos abrir com nossos pais? A realidade é que com uma vida tão corrida e ocupada, como a de hoje em dia, estamos ficando cada vez mais desumanos. Sabemos nos relacionar muito bem com aparelhos eletrônicos de alta tecnologia dos mais diversos tipos, mas esquecemos como nos relacionar com as outras pessoas.

Por essa razão é que nós, das Doze Tribos, vivemos em comunidade. Porque amamos tanto uns aos outros que não queremos ir para nossas próprias casas, mas queremos permanecer juntos. Não queremos mais colocar prioridade nas coisas erradas. Não queremos mais deixar que o egoísmo reine em nossas vidas. Assim, estamos conseguindo mudar nossos hábitos para proteger não só a natureza, mas as virtudes humanas. Aqui damos muita importância à lealdade, ao respeito, à sinceridade, à honestidade, à confiança e estamos passando todas essas coisas para os nossos filhos também. Prezamos muito as alianças que fazemos, pois sabemos que só assim podemos criar pessoas que vão ter um bom caráter, que não vão ter suas virtudes extintas como o restante da humanidade.

Venha nos conhecer! Venha conhecer Aquele que nos libertou do nosso egoísmo! Vamos vencer o egoísmo que consome o homem, pois só assim haverá esperança para o planeta em que vivemos!!!

Artigo Extraído do Site:
http://www.dozetribos.com.br