8 de jan. de 2009

Texto de Hebert Vianna

'Cirurgia de lipoaspiração?'


Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém,
nem falar do que não sei, nem procurar culpados,
nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo
que toda essa busca insana pela estética ideal
é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão.

O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto imagem.

Religião, é dieta. Fé, só na estética.

Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta,

pudor é ridículo, sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção.

Roubar pode, envelhecer, não.
Estria é caso de polícia.

Celulite é falta de educação.
Mau caráter bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz,

não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.

Imagem, estética, medidas, beleza.
Nada mais importa.Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria,

o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo. Jovens não têm mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas,

quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas,

de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural.

Não é, não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto.

Que alguém acorde. Que o mundo mude.
Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

'Cuide bem do seu amor, seja ele quem for'.

Herbert Vianna (Cantor e Compositor)

5 de jan. de 2009

A fé é a certeza sem as certezas humanas

Sim! A fé é a certeza contra as certezas!
A fé não precisa saber tudo. A fé sabe e confia em Quem tudo sabe!
A fé está aberta a tudo o que seja verdade e fato. Mas não se deixa condicionar por nada, pois o melhor conhecimento humano é sempre muito em parte, e, frequentemente, aquilo que hoje é inquestionável pelas certas-certezas humanas, amanhã se mostrará verdadeiro apenas em parte.

Einstein soube disso até morrer!
Ora, ele mesmo viu que verdades da Física eram sempre acrescidas de outras verdades contraditórias entre si, porém, inegáveis. Daí ele ter buscado a Teoria de Todas as Coisas, que seria a fórmula de conciliação de tudo.
Obviamente não conseguiu! Afinal, sem fé não se encontra tal fórmula.
A fé crê. A fé aceita o revelado. A fé transcende a tudo.
Por isso, quando não entende, o homem de fé entende que é normal não entender!

No entanto, a fé é baliza, é porta, é vereda, é rumo, é norte existencial.
Por isso, a fé não se confunde mesmo quando não sabe dizer a razão, pois na fé existe um tino de verdade que transcende as lógicas.
Por isso sem fé é impossível agradar a Deus, pois sem fé sobra apenas aquilo que agrada aos homens — ora, isso não é suficiente nem para a vida e menos ainda para a morte!

Assim, oro:
Senhor! Aumenta a minha fé!
Em Ti,
Caio
4 de janeiro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

2 de jan. de 2009

O que é o evangelho?

O que é o Evangelho?
por
John R. W. Stott
“Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne? Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes? Se, na verdade, foram em vão. Aquele, pois, que vos concede o Espírito e que opera milagres entre vós, porventura, o faz pelas obras da lei ou pela pregação da fé? É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão” (Gálatas 3:1-9).

a. O que é o evangelho.

O evangelho é Cristo crucificado, sua obra consumada na cruz. E pregar o evangelho é apresentar Cristo publicamente como crucificado. O evangelho não é, antes de mais nada, as boas novas de um nenê na manjedoura, de um jovem numa banca de carpinteiro, de um pregador nos campos da Galiléia, ou mesmo de uma sepultura vazia. O evangelho trata de Cristo na cruz. O evangelho só é pregado quando Cristo é “publicamente exposto na sua cruz”. Esse verbo, prographein, significa “exibir ou representar publicamente, proclamar ou expor em um cartaz” (Arndt-Gingrich). Era usado em referência a editais, leis e notícias que eram expostos em algum lugar público para que fossem lidos, e também com referência a quadros e retratos.
Isso significa que, quando pregamos o evangelho, temos de nos referir a um acontecimento (a morte de Cristo na cruz), expor uma doutrina (o particípio perfeito “crucificado” indicando os efeitos permanentes da obra consumada de Cristo), e fazê-lo publicamente, ousadamente, vivamente, para que as pessoas vejam como se o testemunhassem com os seus próprios olhos. Isso é o que alguns autores têm chamado de elemento existencial da pregação. Fazemos mais do que descrever a cruz como um acontecimento do primeiro século. Na realidade descrevemos Cristo crucificado diante dos olhos de nossos contemporâneos, de modo que sejam confrontados com o Cristo crucificado hoje e percebam que podem receber hoje a salvação de Deus vinda da cruz.

b. O que o evangelho oferece.

Com base na cruz de Cristo, o evangelho oferece uma grande bênção. Versículo 8: “Em tu serão abençoados todos os povos”. O que é isso? É uma bênção dupla. A primeira parte é justificação (versículo 8) e a segunda é o dom do Espírito (versículos 2-5). É com esses dois dons que Deus abençoa a todos os que estão em Cristo. Ele nos justifica, aceitando-nos como justos diante dele, e coloca o seu Espírito em nós. E ainda mais, ele nunca oferece um dom sem dar o outro. Todos os que recebem o Espírito são justificados, e todos os que são justificados recebem o Espírito. É importante observar esta dupla bênção inicial, uma vez que atualmente muita gente ensina uma doutrina de salvação em dois estágios, que primeiros somos justificados e só posteriormente recebemos o Espírito.

c. O que o evangelho exige.

O evangelho oferece bênçãos; e nós, o que devemos fazer para recebê-las? A resposta adequada é “nada”! Não temos de fazer nada. Temos apenas de crer. Nossa reação não consiste nas “obras da lei”, mas em ouvir a “pregação da fé”, isto é, não em obedecer a lei, mas em crer no evangelho. Obedecer é tentar fazer a obra da salvação pessoalmente, enquanto que crer é deixar que Cristo seja o nosso Salvador e descansar em sua obra consumada. Assim Paulo enfatiza que recebemos o Espírito pela fé (versículos 2 e 5) e que somos justificados pela fé (versículo 8). Realmente, a palavra “fé” e o verbo “crer” aparecem seis vezes neste pequeno parágrafo (versículos 1-9).
Assim é o verdadeiro evangelho, o evangelho do Antigo e do Novo Testamento, o evangelho que o próprio Deus começou a pregar a Abraão (versículo 8) e que o apóstolo Paulo continuou pregando no seu tempo. É a apresentação, diante dos olhos dos homens, de Jesus Cristo como crucificado. Nessa base tanto a justificação como o dom do Espírito são oferecidos. E se exige apenas a fé.
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Fonte: STOTT, John. A Mensagem de Gálatas. Editora ABU; pp. 69-71. Para saber mais: http://www.abub.org.br/editora/livros/bibliafalahoje.htm
Este artigo é parte integrante do portal http://www.monergismo.com/. Exerça seu Cristianismo: se vai usar nosso material, cite o autor, o tradutor (quando for o caso), a editora (quando for o caso) e o nosso endereço. Contudo, ao invés de copiar o artigo, preferimos que seja feito apenas um link para o mesmo, exceto quando em circulações via e-mail.

Igraja? Tô fora!


Na atualidade, podemos identificar o crescente interesse das pessoas pelo assunto "espiritualidade". As pessoas se mostram interessadas em conhecerem mais acerca dos princípios de Deus e da vida e ensinamentos de Jesus. No entanto, quando o assunto é "igreja" a história muda drasticamente. Por que isto? Mesmo entre aqueles que, por muito anos, frequentaram assiduamente uma igreja, parece existir uma crescente tendência a uma espécie de espiritualidade autônoma e solitária, acionando-se com uma comunidade local sem qualquer constância ou compromisso pessoal. Qual a razão desta tendência? Em "Igreja? Tô Fora!" você encontrará uma análise clara de algumas das principais causas que se encontram por detrás destes problemas. Ao ler e refletir sobre as idéias apresentadas, você se sentirá desafiado a repensar a igreja e a rever sua postura como discípulo de Jesus diante de Sua comunidade em missão no mundo.
Autor: Ricardo Agreste
Socep Editora 2007

1 de jan. de 2009

O evangelho maltrapilho


Muitos cristãos ainda temem deixar que Deus os ame como realmente são, afirma o ex-padre, alcoólico sóbrio e escritor


Brennan Manning é o autor de O evangelho maltrapilho, A sabedoria da ternura e outras obras já publicadas no Brasil.
O que é um maltrapilho?
Bem, o Antigo Testamento apresenta uma bela cena sobre os Anawims. No século 18, eles são os pobres, desabrigados e sem-terras; Deus um dia restaurará a prosperidade deles. No século 6, porém, os Anawims adquiriram um sentido de imensa profundidade espiritual. Eram os pobres de espírito, que tinham confiança inabalável em Deus e se comprometeram por completo a fazer a vontade dele.Agora, quando o tema chega ao Novo Testamento, os Anawims são os que se reúnem para conhecer Jesus em seu nascimento. São os pobres, desconhecidos, as pessoas à margem da respeitabilidade. São os pastores. Lá está Ana, uma senhora de 84 anos, e Simeão, um idoso. E todos os animais. E lá está, claro, a Virgem Maria, que fora considerada a última e a inferior em uma longa linhagem. Esses são os verdadeiros pobres de espírito. Eles reconhecem que dependem completamente de Deus, até mesmo para respirar, lançaram sua esperança sobre Jesus e se renderam à vontade do Pai. Isso, basicamente, é a definição de um maltrapilho.
Fale-nos de sua premissa sobre a confiança do crente em Deus.
A idéia básica se resume em uma sentença: O esplendor do coração humano que confia e é amado incondicionalmente dá a Deus mais prazer do que a Catedral de Westminster, a Capela Sistina, a Nona Sinfonia de Beethoven, os Girassóis de Van Gogh, a visão de dez mil borboletas em revoada ou o perfume de um milhão de orquídeas em flor. Confiança é o presente de retribuição que damos a Deus, que gosta tanto do presente que levou Jesus a morrer por amor a ele.
Foi isso que Jesus disse que precisamos trazer para o relacionamento?
Sim. Confiança e entrega como de uma criança, creio eu, é a definição do discipulado autêntico. Com frequência, a necessidade suprema em nossa vida é a mais ignorada: confiança inabalável no amor de Deus, qualquer que seja a situação. Penso que foi esse o ensinamento de Paulo ao escrever em Filipenses 4.13: “Tudo posso naquele que me fortalece”.
Mas, como podemos saber se estamos confiando mesmo?
A maioria das pessoas afirma que confia em Deus.A característica dominante de uma vida espiritual autêntica é a gratidão que brota da confiança – não apenas por todos os dons que recebo de Deus, mas gratidão também por todo o sofrimento. Por ser uma experiência purificadora, o sofrimento é, frequentemente, o caminho mais curto para a intimidade com Deus.Acrescentaria, também, que a confiança bíblica cresce a partir do amor. Minha confiança em Deus deriva da experiência do amor dele por mim, dia e noite, haja tempestade ou calmaria, doença ou saúde, esteja eu em boa ou má situação. Ele se aproxima de mim onde eu vivo e me ama como sou.Em João 17.26, Jesus disse: “Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja”. Abba tem por nós exatamente o mesmo amor que tem por Jesus, quando habita em nosso coração. O problema é que a maioria das pessoas não sabe disso.
Quer dizer que parte do problema é falta de atenção?
Acredito que a verdadeira diferença na igreja americana não é entre conservadores e liberais, fundamentalistas e carismáticos, nem republicanos e democratas. A diferença está entre os que percebem e os que não percebem.Quando uma pessoa percebe esse amor, o mesmo que o Pai tem por Jesus, ela se enche de gratidão espontânea. O clamor de gratidão se torna a característica dominante de sua vida interior, e o subproduto da gratidão é alegria. Não ficamos alegres e depois gratos, é a gratidão que nos enche de alegria.
Mas existe o sofrimento, também. Em seu livro, em meio à gratidão e à contemplação de Deus, você fala de forma bem pessoal sobre como, se quisermos realmente aprender a confiar em Deus, não é possível evitar o sofrimento pessoal.
Quando eu vivia em Nova Orleans, sem frequentar nenhum centro de reabilitação para alcoólatras e dependentes de drogas, eu me agarrava a um gole de vodka e o que menos queria era o tratamento de 28 dias que poderia salvar minha vida.Continuei a beber – uma criança bêbada clamando: “Jesus, onde você está?”. Como vivenciamos a confiança no meio de dor, sofrimento, mágoa e puro desespero? Quer dizer, será possível suportar e por fim vencer o cenário sombrio e melancólico do mal e da destruição e voltar a sentir que o amor de Deus é incondicional? Essa é a pergunta que faço aos cristãos. Vocês confiam no amor de Deus? Todos respondem que sim, que sabem disso há muito tempo. Aí, observe como vivem. Há tanto medo, tanta ansiedade, tanta raiva de si mesmos. A melhor definição de fé que já ouvi foi feita por Paul Tillich: “Fé é a coragem de aceitar a aceitação”.O que significa isso? Fé é um código para aceitar que Jesus conhece toda a história de minha vida, cada segredo, cada momento de pecado, vergonha, desonestidade e degradação em meu passado. Agora mesmo Ele conhece minha fé superficial, minha vida de oração frágil, meu discipulado inconstante, aproxima-se de mim e fala: “Desafio você a confiar. Confiar que eu o amo exatamente como você é e não como deveria ser, porque você nunca será como deveria ser”.
Por que temos medo de Deus não nos amar como somos?
Minha percepção é que pensamos que, se deixarmos Deus livre em nossa vida, ele irá pedir demais de nós. Será que ele vai me mandar ficar 10 anos em Calcutá, com as missionárias de Madre Teresa? Será que vai me fazer ter câncer? Ele pode me mandar deixar minha esposa e ir viver sozinho numa caverna, pensando só nele. Esses temores malucos não têm nada a ver com o Deus verdadeiro, que se delicia com seu povo.Para mim, é mais importante amar do que ser amado. Quando a pessoa ainda não teve a experiência de ser amada por Deus, do jeito que é e não como deveria ser, então amar os outros se torna um dever, uma responsabilidade, uma tarefa. Mas, quando aceito ser amado como sou, com o amor de Deus derramado em meu coração pelo Espírito Santo, então posso alcançar os outros com menos esforço.
E a confiança que nasce desse amor, como você falou, é implacável.
Isso soa engraçado: confiança implacável. O dicionário define implacável como “sem piedade”. No contexto que estou usando, é sem autopiedade, que é a primeira reação normal inevitável. Creio ser perda de tempo tentar acabar com ela. Entretanto, chega o momento em que ela ameaça se tornar maligna. Pode nos atrair para a autodestruição e comportamentos como afastamento, isolamento, bebida, drogas e assim por diante. E depois apenas imploramos a graça de Deus para colocar um limite temporal em nossa autopiedade.O poeta disse que a última ilusão de que devemos abrir mão é o desejo de nos sentirmos amados. Há um monge que viveu durante 30 anos na abadia Genesee. Um visitante lhe perguntou se ele se sentia mais próximo de Deus do que há 30 anos. A resposta gloriosa do monge foi: “Não, mas isso não tem mais importância”. Ele estava tão livre da necessidade de se sentir amado que podia aceitar, indiscriminadamente, consolo ou desolação, presença ou ausência de Deus, como sendo a mesma coisa. Graças a Deus que, com a instabilidade de meus sentimentos frágeis, a presença dele em mim não depende do que eu sinto. Se dependesse eu estaria com sérios problemas.

Deus é vida até para os mortos


Disse-lhe Jesus: eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá. (João 11:25)


Nessas palavras Jesus deixa muito claro o quanto Ele é Deus, e até onde vai o poder d'Ele. Nem a morte pode com Jesus. Mas há uma condição para isso, é necessário crer, isto Ele deixa claro. Em uma vida agitada, um mundo moderno e globalizado será temos tido tempo para crer? Será que temos tido tempo para buscar a face de Deus de um modo onde nem a morte pode nos amedrontar? Será que temos depositado tal confiança no poder de Deus, como fez as irmãs de Lázaro? Ou o nosso tempo é curto de mais e não podemos perder um segundo se quer na presença de Deus porque outras tarefas do dia serão mal feitas ou até mesmo deixadas de serem realizadas? Que importância tem Deus em nossas vidas? Que importância Deus tem em nossa família, nossos afazeres, trabalho, estudos etc? Se recordarmos o sermão da montanha, lá em Mateus, no capítulo 6 Ele vai nos dizer algo muito importante: buscai pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. (Mateus 6:33) Creio que não é necessário dizer mais nada. Deus é vida até para os mortos, imagina o que Ele pode e quer fazer por nós desde que o busquemos, desde que confiemos, desde que nos dediquemos a Ele, com fé, com amor. Se o problema vem, na hora lembramos de Deus, quando há adversidade não poupamos tempo em buscar a presença do Pai, mas é só nesses momentos que Deus tem ouvidos para nós? Ele quer também participar de momentos alegres de nossas vidas.

Que neste ano de 2009 possamos nos lembrar de Deus com mais frequência, possamos dedicar uma parcela do nosso tempo aos pés da cruz de Jesus buscando intimidade com Deus através do Seu Espírito. Reconhecer quem éramos, antes de Jesus, e quem somos agora. Pois lembrem-se: Porque se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá. (Salmos 27:10) Essa é a confiança que podemos ter. Não há morte, pai, mãe, problemas que faça que Deus se esqueça de nós, precisamos apenas crer.

Feliz 2009.

Soli Deo Gloria

João Marçal - Bacharel em Teologia